Kote
Deidara dá as ordens. Ele vai procurar informações sobre a ilha. O que mais tinha a sua volta eram pessoas e lojas. Provavelmente qualquer um ali que perguntasse alguma coisa, poderia responder para ele mais sobre a ilha. Na região em que estava, parecia apenas ter comércios, lojas e mais lojas. De todos os tipos e tamanhos, vendendo tudo o que podia se imaginar. Mas a ilha era muito grande, dificilmente aquilo se extenderia por todo lugar. Deidara percebe também algumas estalagens em que poderiam ficar. No caminho ele também vê uma movimentação grande de Marines indo para o porto, provavelmente por causa do incidente que aconteceu a pouco.
Mix não precisa procurar muito e acha diversas lojas que vendiam alimentos em geral, armas, itens de navegação, etc. Muitas estavam cheias, outras nem tanto. Mais a sua frente, havia uma estranha roda de pessoas. Alguma coisa parecia estar acontecendo ali, só não tinha como ver o que. As lojas estavam na sua frente, podia escolher para onde queria ir.
Já Shiro resolve voltar para o porto. Ali seria o lugar mais fácil para encontrar um navio, mas havia um problema, vários Marines se dirigiam para lá. Além dos que já estavam contendo a fuga dos prisioneiros. Se ele entrasse no porto, poderia ser reconhecido e preso. Provavelmente a ilha tinha no mÃnimo outro porto, mas ele não sabia onde era, e pela geografia do local, deveria ser longe.
Ero fica prestando a atenção nos piratas, tentando falar com eles, mas é ignorado. Quando as pessoas começam a prestar atenção na fuga dos Kotes, mais a frente uma grade é destruida por outros piratas, dispersando a atenção da multidão de novo. As mulheres se misturam na região e logo em seguida se transformam em homens. A criatura estranha vira um tritão. Ero quase não conseguia acreditar nos seus olhos. Eles se separam logo após conversarem um pouco, pode decidir ir atrás de algum ou fazer outra coisa aleatória.
Dino estava envolvido com um roubo. Ele havia pego uma interessante faca dourada de uma loja próxima e fugido, mas o vendedor foi atrás dele. Para surpresa do garoto, o vendedor era estranhamente rápido, tanto que conseguiu alcançá-lo e o forçou a parar. Agora uma roda de curiosos se forma na frente deles. O vendedor portava duas facas e estava prestes a atacar Dino.
Usui Seta
Usui após ouvir as explicações de Lindsei, começa a pilotar melhor sua estranha moto. Ele pega o jeito rapidamente e começa a chegar perto de Jack, que continuava fazendo manobras. Jack ao perceber a aproximação de Usui e Lindsei, resolve parar de se exibir e começa a pilotar seriamente. Ele começa a acelerar, tinha muita habilidade com a moto, muito mais que Usui.
Depois de algum tempo, eles saem da área comercial e entram em uma região muito mais calma. Não havia quase comércio, as casas eram quase na grande maioria residenciais. Conforme iam andando, o nÃvel das construções começava a mudar drasticamente. Grandes casas começavam a surgir, mansões, apertamentos luxuosos, estavam em um área bem mais rica de Sandero. Inclusive haviam vários Marines por ali, patrulhando a região.
Depois de um bom tempo, chegam na frente de uma gigantesca mansão. Haviam grandes portões na frente, e 5 seguranças cuidando dele. Do portão até a mansão, havia um longo caminho de pedras, que dava para ver através das grades. Alguém muito importante deveria morar ali. Jack para na frente da casa e desce da moto.
Jack - Chegamos.
Forsaken
[lol já consertei, muita coisa na cabeça, e olha que eu estou cuidando para não trocar os nomes, e mesmo assim, coloquei magos =/]
Os dois magos piratas resolvem seguir pelos becos. Algumas pessoas olham para eles com surpresa em seus rostos, mas não fazem nem dizem nada. Os becos eram longos, muito longos, cortavam as quadras ao meio e se ligavam uns aos outros formando uma espécie de segundo caminho entre as ruas. Ainda assim, ninguém andava por eles. Medrik e Kai podiam ver alguns bêbados e mendigos caidos no chão. Mais a frente havia um mendigo mexendo no lixo. A temperatura ali era um pouco mais amena, provavelmente porque tinha bem menos concentração de gente.
Aparentemente, não havia motivos para as pessoas não andarem por ali, até que eles começam a ouvir um estranho som de metal no telhado dos prédios que envolviam os becos. O som parecia estar descendo, mas não conseguiam ver nada. O mendigo começa a olhar para cima também, confuso.
