O clone revira os olhos ao notar a attde de Takero afinal possuia anos de treino analisando pessoas e era fácil identificar o que elas pensavam. O clone apenas recosta a cabeça em uma pedra e fecha os olhos, retirando a máscara de gato e repousando essa sob a abdômen.
Já o eu real continuava concentrando chakra e medindo até encontrar a quantidade certa que seria necessária para invocar uma cobra.
Melhor começar devagar.
Uma onda súbita de nostalgia me envolve quando bato a mão no chao e começo a passa-la pelo ambiente, como se aquilo fosse algo divertido e que se fazia ha tempos. Minha visão fica borrada por um segundo, mas quando ajusto o foco consigo avistar uma pequena cobra diante de mim, chiando teimosamente.
- Heh.
Puffo a cobra e abro o pergaminho novamente.
Editado por Tekaya, 15 fevereiro 2010 - 02:02 .












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